BERNARDINA GOMES CESARINO E A EDUCAÇÃO DE MULHERES NEGRAS NO BRASIL IMPERIAL: UMA ANÁLISE INTERSECCIONAL

por Danisléia da Rosa

 

Resumo

Este artigo analisa a trajetória de Bernardina Gomes Cesarino, educadora atuante na cidade de Campinas (SP) no século XIX, a partir de uma perspectiva interseccional que articula gênero, raça e classe. Diretora do Colégio Perseverança, uma das mais relevantes instituições de ensino feminino do período, Bernardina insere-se em um contexto histórico marcado por profundas desigualdades estruturais. O estudo dialoga com a historiografia da educação e com os estudos de gênero e raça, evidenciando o protagonismo de mulheres negras como agentes intelectuais e políticas no Brasil Imperial. Busca-se contribuir para a ampliação de narrativas históricas ao destacar experiências femininas negras frequentemente invisibilizadas.

Palavras-chave: Mulheres negras; Educação feminina; Interseccionalidade; Século XIX; História da educação.

 

Introdução

Por um longo período, a historiografia da educação brasileira privilegiou narrativas centradas em figuras masculinas brancas, oriundas predominantemente das esferas políticas e intelectuais de elite. Essa abordagem tradicional, frequentemente influenciada por uma perspectiva eurocêntrica e elitista do desenvolvimento, culminou no sistemático silenciamento de experiências cruciais e multifacetadas, relegando à invisibilidade a participação de grupos historicamente marginalizados. Dentre essas vivências obscurecidas, sobressaem aquelas protagonizadas por mulheres e pela população negra, cuja atuação na esfera educacional foi notória, mas raramente documentada ou valorizada nos cânones historiográficos estabelecidos, em particular no período que antecede a Abolição da Escravatura (1888), momento em que as restrições sociais e legais se apresentavam ainda mais severas.

Não obstante, nas últimas décadas, um movimento de renovação historiográfica tem desafiado essa hegemonia interpretativa. Investigações recentes, alicerçadas em metodologias críticas e nas perspectivas teóricas de gênero e raça, com frequência articuladas em uma análise interseccional, têm emergido para resgatar e reinterpretar o passado educacional do país. Tais trabalhos não apenas questionam as fontes e os discursos tradicionais, mas também introduzem novos sujeitos históricos, oferecendo compreensões mais complexas e diversificadas acerca da constituição do sistema educacional brasileiro e da difusão do conhecimento.

É neste contexto historiográfico renovado e na busca por vozes que foram silenciadas que a trajetória de Bernardina Gomes Cesarino adquire uma relevância singular e inegável. Sua atuação, datada da segunda metade do século XIX, exemplifica a tenacidade e o pioneirismo de indivíduos que desafiaram as estruturas de poder e exclusão. Na qualidade de diretora e professora do Colégio Perseverança, estabelecido na cidade de Campinas, no interior do estado de São Paulo, Bernardina consolidou-se como um notável paradigma de mulher negra que alcançou uma posição de liderança e influência no campo educacional, em um cenário social profundamente marcado pela desigualdade racial, de gênero e de classe.

O presente artigo, portanto, propõe ir além da mera menção biográfica. Objetiva-se analisar em profundidade a atuação de Bernardina Gomes Cesarino por intermédio de uma abordagem explicitamente interseccional. Essa lente teórica se revela imprescindível para examinar como a complexa articulação entre os vetores de opressão e privilégio, notadamente gênero (mulher), raça (negra) e classe (sua posição como educadora e diretora), modelou sua experiência histórica. A análise interseccional possibilitará a compreensão não somente das adversidades que ela enfrentou, mas também das estratégias de agência e das formas pelas quais conseguiu subverter expectativas e imprimir sua marca indelével na história da educação de mulheres negras no Brasil Imperial.

 

Referencial teórico: interseccionalidade, gênero e raça

A interseccionalidade, enquanto paradigma conceitual e referencial teórico basilar para o feminismo negro, foi formalmente estabelecida por Kimberlé Crenshaw em 1989, constituindo um marco na análise das dinâmicas de opressão. Sua articulação, no final do século XX, objetivou não apenas a identificação, mas a demonstração da operação concomitante, interconectada e recíproca de múltiplos sistemas de opressão, tais como, mas não se limitando a, sexismo, racismo e classismo. O cerne desta teoria reside na elucidação de como esta articulação sistêmica engendra experiências idiossincráticas de desigualdade para indivíduos posicionados em múltiplas margens sociais.

Crenshaw (1989) postula enfaticamente que qualquer análise restrita a um único vetor de discriminação, como a mera consideração do “gênero” isoladamente, tende, inevitavelmente, a negligenciar e obscurecer as vivências de grupos que se encontram na interseção de variadas modalidades de marginalização. Consequentemente, a experiência de mulheres negras, por exemplo, não pode ser compreendida ou equacionada de forma satisfatória se for reduzida e segmentada nas categorias autônomas de “mulher” ou “negro”. Pelo contrário, a plenitude de sua desigualdade reside na intersecção indissociável dessas dimensões identitárias e sociais.

O debate conceitual é notavelmente aprofundado por Patricia Hill Collins (2019), que introduz a significativa noção de “matriz de dominação”. Essa matriz detalha a maneira pela qual categorias estruturais como raça, classe, gênero e outras variáveis identitárias e sociais se articulam para estruturar e sustentar relações de poder interdependentes.

Collins, ao destacar a epistemologia do feminismo negro, enfatiza a relevância crucial do conhecimento produzido por mulheres negras. Este conhecimento, sendo situado, isto é, forjado na experiência concreta da opressão multifacetada, e intrinsecamente político, é considerado imprescindível e insubstituível para uma compreensão profunda e transformadora das complexas desigualdades sociais.

No âmbito brasileiro, a interseccionalidade adquire um arcabouço teórico e político de vital importância por meio das contribuições de Carla Akotirene (2019). Akotirene propõe uma perspectiva decolonial da interseccionalidade, instigando a reflexão sobre as especificidades históricas e sociais do país. A autora posiciona o eixo da raça como um elemento estruturante primordial na formação social brasileira, dada a profunda e violenta herança escravocrata.

Para Akotirene, a interseccionalidade transcende a mera conceituação; é uma ferramenta político-analítica indispensável para interpretar, contestar e nominar as experiências de vida de mulheres negras em sociedades que ainda exibem profundas marcas do legado da escravidão e do racismo estrutural.

Em consonância com este sólido arcabouço teórico, o presente artigo propõe-se a empregar a lente interseccional para realizar uma análise minuciosa da trajetória de Bernardina Gomes Cesarino. O objetivo metodológico consiste em examinar a intrincada e dinâmica articulação entre raça, gênero e classe em sua vivência no Brasil Imperial. Tal abordagem visa especificamente prevenir a universalização da experiência feminina, reconhecendo que a opressão de gênero foi experimentada por Cesarino de modo singular, sendo mediada e intensificada por sua posição racial e social, assegurando, assim, uma análise que respeita a complexidade de sua agência e resistência histórica.

 

Gênero, raça e educação no Brasil do século XIX

No Brasil Imperial, o sistema educacional configurava-se como um reflexo direto e um instrumento de perpetuação das intrincadas hierarquias sociais, patriarcais e racializadas que estruturavam a sociedade da época. O acesso à educação, longe de se materializar como um direito universal, era rigorosamente estratificado.

A instrução feminina, de maneira geral, era regida por uma pedagogia centrada na moralidade e na domesticidade. Seu propósito primordial residia em moldar a mulher para o exercício dos papéis de esposa e mãe virtuosa, administradora do lar e depositária dos valores familiares, em conformidade com os ideais preconizados pela elite branca e católica. O currículo privilegiava competências “femininas”, tais como prendas domésticas, rudimentos de leitura e escrita destinados a fins religiosos ou sociais restritos, e a formação moral cristã, desestimulando a busca por conhecimento mais aprofundado ou a incursão no espaço público.

Simultaneamente, a população negra, majoritariamente constituída por indivíduos escravizados ou egressos da escravidão, defrontava-se com um obstáculo quase intransponível para o ingresso na escolarização formal. A escravidão impunha a negação da humanidade e, consequentemente, a supressão do acesso ao saber e à educação, percebidos como potenciais elementos de subversão da ordem social e do sistema laboral vigente.

Mesmo após o advento da abolição, e para aqueles que não mais estavam sob o jugo direto da escravatura, a exclusão educacional persistia. Conforme acentua Fonseca (2007), essa marginalização não se sustentava apenas na ausência ou em proibições legais explícitas, embora restrições fossem frequentes, mas estava profundamente arraigada em práticas socioculturais, preconceitos estruturais e na carência de políticas públicas que efetivamente assegurassem a inclusão dessa parcela da população. A pobreza, a violência racial e a discriminação sistêmica atuavam como mecanismos potentes de perpetuação da desigualdade educacional.

Destarte, para apreender a complexidade da realidade educacional no Brasil Imperial, e particularmente para analisar a trajetória de mulheres negras, torna-se imperativa a adoção da perspectiva interseccional. Este arcabouço teórico reconhece que as vivências e experiências de opressão não resultam de um único fator isolado, mas sim da articulação e interconexão de distintos marcadores sociais.

A mulher negra, nesse contexto, experimentava a opressão em suas múltiplas dimensões, de gênero, por sua condição feminina em uma sociedade patriarcal; e de raça, por sua negritude em um regime escravocrata e racista, de forma simultânea e indissociável.

Portanto, qualquer análise da trajetória educacional de personalidades como Bernardina Gomes Cesarino, ou de outras mulheres negras daquele período, deve ser rigorosamente examinada através da articulação conjunta dos marcadores sociais de gênero e raça. Considerar apenas o gênero, negligenciando o fator racial, implicaria a aplicação de uma lente que prioriza a experiência da mulher branca; da mesma forma, focar somente na raça sem a dimensão de gênero negligenciaria as especificidades da opressão feminina. A plena compreensão exige o reconhecimento de como a intersecção desses marcadores sociais potencializava e definia o acesso, a permanência e as limitações impostas à sua formação e participação na sociedade.

 

Bernardina Gomes Cesarino e o Colégio Perseverança

O Colégio Perseverança, fundado em 1860, constitui um marco significativo na história da educação brasileira, notadamente no contexto da ascensão social de famílias negras livres durante o período imperial. A gênese da iniciativa deve-se ao empenho de Antônio Ferreira Cesarino e Balbina Gomes da Graça Cesarino, um casal pertencente a uma família negra livre que discernia na educação o vetor crucial para a mobilidade e o reconhecimento social, em franco desafio às barreiras impostas pela estrutura escravocrata vigente. A perspectiva progressista dos fundadores pavimentou o caminho para que o colégio se estabelecesse como uma instituição de ensino de excelência.

Posteriormente, a liderança da instituição foi conferida a Bernardina Gomes Cesarino, a filha primogênita do casal. Sob sua gestão, o Colégio Perseverança não apenas preservou, mas ampliou o seu prestígio na cidade de Campinas. O reconhecimento de sua qualidade pedagógica era notório e abundantemente documentado por análises locais. Conforme uma citação que atesta o seu status: “O colégio era dirigido pela D. Bernardina Gomes Cesarino, filha mais velha de Antonio Cesarino. Era uma escola de alto nível, uma das que mais teve expressão na época” (CAMPINASSIM, 2016, s.p.). Este testemunho evidencia a relevância e a reputação que a escola logrou alcançar, tornando-se uma das instituições educacionais mais proeminentes da região.

A proposta pedagógica do Colégio Perseverança distinguia-se por ser notavelmente avançada e abrangente, mormente no que concerne à educação feminina. O currículo transcendia as expectativas tradicionais para a formação de moças no século XIX, que frequentemente se circunscreviam à preparação para o âmbito doméstico. As alunas tinham acesso a um leque diversificado de disciplinas, incluindo língua portuguesa, matemática, francês (idioma de prestígio à época), história, música e trabalhos manuais. Tal grade curricular não objetivava apenas a instrução básica, mas sim o desenvolvimento intelectual e cultural integral das estudantes.

Essa visão pedagógica demonstra um profundo discernimento por parte de Bernardina Gomes Cesarino e de seus pais de que a educação feminina, particularmente para mulheres negras, deveria configurar-se como um instrumento de empoderamento e emancipação intelectual. Ao proporcionar um ensino de “alto nível” e um currículo robusto, o Colégio Perseverança contribuiu diretamente para formar mulheres com uma sólida base de conhecimento, aptas a participar de maneira mais ativa e consciente na sociedade, superando os limites impostos pela cor e pelo gênero.

A trajetória do Colégio Perseverança, portanto, constitui um eloquente exemplo de como a educação foi utilizada por uma família negra livre como ferramenta fundamental para a superação de preconceitos e a consolidação de um espaço de respeito e influência na sociedade imperial brasileira.

 

Uma leitura interseccional do protagonismo de Bernardina

A perspectiva interseccional possibilita a compreensão de que o protagonismo de Bernardina Gomes Cesarino emergiu a partir de suas condições racial e de gênero, e não apesar delas. Consequentemente, ela converteu a educação em um instrumento robusto para o enfrentamento das desigualdades estruturais. A análise da trajetória de Bernardina Gomes Cesarino no domínio da educação demanda imperativamente a adoção da perspectiva da interseccionalidade, um construto teórico essencial para a elucidação das complexas dinâmicas de gênero, raça e classe que delinearam sua experiência.

Sua mera atuação como mulher no espaço público da educação, no contexto do Brasil Imperial do século XIX, já se configurava como um ato de considerável ruptura com as normas sociais profundamente arraigadas da época. Não obstante, sua posição singular como mulher negra na direção de uma instituição de ensino representava um desafio de magnitude ainda mais expressiva, confrontando diretamente as rígidas hierarquias raciais e sociais que estruturavam a sociedade imperial.

Estudos e investigações históricas têm demonstrado que as iniciativas educacionais lideradas e implementadas por indivíduos negros no século XIX não se restringiam a meros empreendimentos pedagógicos, mas funcionavam como estratégias cruciais e articuladas de resistência ao racismo estrutural que permeava todas as esferas da vida (FONSECA, 2011).

É neste contexto de resistência e afirmação que o Colégio Perseverança, fundado e dirigido por Bernardina Gomes Cesarino, transcende a função simplória de um espaço de aprendizado. Ele se consolida como um autêntico projeto político-pedagógico de profundo significado social, cuja finalidade precípua era a afirmação inequívoca da capacidade intelectual e do potencial da população negra, com uma ênfase particularmente notável na educação e no empoderamento das mulheres negras. O Colégio, ao prover uma educação formal e de qualidade, desmantelava a narrativa hegemônica que negava a humanidade e a inteligência dos indivíduos negros.

A lente interseccional é crucial para uma apreensão aprofundada, permitindo-nos inferir que o protagonismo e a liderança de Bernardina Gomes Cesarino não se manifestaram apesar de suas condições racial e de gênero, como uma superação individual extraordinária, mas sim a partir delas. Suas identidades de mulher e negra, frequentemente consideradas como fatores limitantes pela sociedade da época, constituíram, na verdade, os propulsores de sua ação política e pedagógica.

Desse modo, ela logrou transformar a educação em uma ferramenta extraordinariamente poderosa e estratégica para o enfrentamento direto e eficaz das desigualdades estruturais, estabelecendo um legado que ressoa como um marco na história da educação e da resistência negra no Brasil. O Colégio Perseverança, sob sua direção, converteu-se em um farol de esperança e um centro de formação de uma nova geração apta a desafiar o status quo racial e social.

 

Considerações finais

A análise da notável trajetória de Bernardina Gomes Cesarino, sob a ótica crítica e multifacetada da interseccionalidade, que considera a sobreposição de identidades como raça e gênero, revela-se não apenas relevante, mas imperativa para a ampliação e o aprofundamento da historiografia da educação brasileira. Tal abordagem possibilita o resgate e o reconhecimento da inestimável contribuição de mulheres negras como sujeitos históricos ativos e agentes de transformação social, cujas ações frequentemente foram negligenciadas ou marginalizadas nos registros convencionais.

A sua atuação proeminente como educadora e gestora escolar, notadamente no complexo contexto do Brasil Imperial, durante o século XIX, período assinalado por profundas desigualdades estruturais e raciais, demonstra inequivocamente que, mesmo diante de adversidades sistêmicas e opressões interseccionais, mulheres negras detinham a capacidade de conceber, delinear e implementar projetos educacionais de assinalável relevância e de profundo impacto social transformador. Tais iniciativas transcendiam a mera instrução formal, visando a promoção da autonomia e a ascensão social de outras mulheres negras e de estratos populares, desafiando, assim, a ordem estabelecida.

A revisitação e o estudo aprofundado dessas experiências pioneiras afiguram-se, destarte, imprescindíveis. Não se limitam a suprir lacunas na historiografia da educação, oferecendo uma perspectiva mais completa e equânime do passado, mas também fornecem subsídios cruciais para o fomento dos debates contemporâneos mais urgentes.

Tais debates englobam a educação como direito universal, a premência da equidade racial, a necessidade de justiça de gênero e a desconstrução das estruturas de poder. A memória dessas figuras e de seus feitos, quando ativamente resgatada e celebrada, reitera sua proeminência como um instrumento potente de consciência histórica, mobilização social e, sobretudo, de transformação social perene, inspirando a luta por um futuro mais justo e inclusivo.

 

Referências

AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.

CAMPINASSIM. Grandes homens de Campinas: Antonio Cesarino. Campinas, 2016. Disponível em: https://campinassim.blogspot.com. Acesso em: 14 jan. 2026.

COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2019.

CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the intersection of race and sex. University of Chicago Legal Forum, Chicago, v. 1989, n. 1, p. 139-167, 1989.

FONSECA, Marcus Vinícius. Educação dos negros no Brasil escravista. Campinas: Autores Associados, 2007.

FONSECA, Marcus Vinícius. A população negra e a educação no Brasil do século XIX. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 16, n. 46, p. 35-51, 2011.

GELEDÉS – Instituto da Mulher Negra. Perseverança: uma resposta de professoras negras. São Paulo, 2019. Disponível em: https://www.geledes.org.br. Acesso em: 14 jan. 2026.

CAMPINASSIM. Grandes homens de Campinas: Antonio Cesarino. Campinas, 2016. Disponível em: https://campinassim.blogspot.com. Acesso em: 14 jan. 2026.

FONSECA, Marcus Vinícius. Educação dos negros no Brasil escravista. Campinas: Autores Associados, 2007.

FONSECA, Marcus Vinícius. A população negra e a educação no Brasil do século XIX. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, v. 16, n. 46, p. 35-51, 2011.

GELEDÉS – Instituto da Mulher Negra. Perseverança: uma resposta de professoras negras. São Paulo, 2019. Disponível em: https://www.geledes.org.br. Acesso em: 14 jan. 2026.

 

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